Marçal Filho afirma que empreiteiras tinham que pagar propina por obras com suas emendas – ouça os áudios

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O deputado federal reeleito Marçal Filho (PMDB-MS) afirmou que recebia propinas de obras realizadas com suas emendas parlamentares. A declaração foi dada pelo deputado no dia 14 de junho de 2010, em uma gravação realizada pelo ex-secretário de governo de Dourados, Eleandro Passaia, durante as investigações da operação Uragano da Polícia Federal para desmontar um esquema de corrupção que ocorria no município.

Conhecido por sua voz galanteadora das rádios douradenses, Marçal conversou com Passaia sobre os “retornos” financeiros de suas emendas, que seriam utilizadas na sua campanha de reeleição de deputado. A conversa foi gravada no próprio estúdio da rádio, onde o deputado trabalha, em um intervalo da conversa com Passaia, Marçal chega a fazer uma chamada ao vivo em seu programa.

Durante o diálogo, Passaia alerta o deputado, que devido aos preços licitados em uma das obras realizadas com uma de suas emendas, não seria possível pagar propina pela empreiteira contratada, pois o Tribunal de Contas poderia desconfiar se algo fosse superfaturado.

“O Geraldinho (da empreiteira Planacon) te explicou, que se a gente for licitar essas coisas ali... ele não vai poder te repassar nada. Quer dizer, emenda que você colocar pra isso não vai ter... Não vai ter 10%, nem 5%”, alerta Passaia.

Marçal responde que entende a situação e este é o maior problema que ele tem.

“Não vai... É um problema, tchê. É um problema. Esse é o problema. Mas isso aí, essa questão das minhas emendas, nem problema do ARI é. Todo mundo sabe que a partir do momento que você coloca a emenda... A questão é o seguinte: as minhas emendas não têm nada a ver com o Ari (Artuzi). minhas emendas todos sabem... o cara tem que dar um retorno pra mim, Passaia”, a partir deste momento, Marçal realiza uma chamada ao vivo na rádio.

Empréstimo

Marçal ainda pediu que Passaia intermediasse um empréstimo de R$ 2 milhões com o até então prefeito Ari Artuzi (PMN). Diante a negativa do empréstimo, Marçal brinca, e diz que não falta dinheiro a Artuzi, que isso é mentira, pura conversa para eleitor ouvir.

“Passaia, o ARI tem dinheiro, PASSAIA. É a terceira vez que eu sou deputado federal, sabe. Então vocês não vêem com essas conversas aí, terceira vez que sou deputado federal. Se eu tivesse sido quatro anos deputado federal ele tinha cinco milhões pra campanha, e não só dois (milhões). Então, essas conversas de vocês aí não colam, entendeu? Esse negócio de conversar é conversa pra eleitor. É igual conversa do (deputado federal) Geraldo Resende (PMDB): Hã, eu não tenho dinheiro, não tenho dinheiro, to fudido, não sei o que... Pára, o cara é há oito anos (deputado). Ele não tem porque depois que entra no bolso da gente fica duro pra tirar...”

Uma semana depois da primeira conversa, os dois se encontraram novamente. Passaia pergunta como está a pré-campanha de reeleição, o deputado comenta que está feia, sem dinheiro, e que a fonte de três esquemas tinha secado antes mesmo do início oficial da campanha.

“Se eu estivesse há oito anos (na Câmara) como os caras estavam, tinha feito caixa, bastante. Eu nem ia conversar com o André (Puccinelli), da condição de ficar passando raiva com André. O problema é que eu não tenho. As únicas emendas que eu peguei foram ano passado para esse ano. Não conseguem uma antes da eleição”, desabafou Marçal.

O deputado federal ainda reclama que não tem conseguido nenhum adiantamento de suas “comissões” de suas pagas pelas emendas parlamentares, pois somente foram empenhadas, mas nenhuma teria sido paga ainda.

“Dinheiro, não saiu dinheiro nenhum, o que sai é empenho, né? Como saiu os empenhos eu fui tentar falar com o .... para ver se eles adiantavam, não adianta. Se eu arrumasse quem adiantava. Eu tenho R$ 12,5 milhões, pelo menos R$ 1 milhão se fosse 10%. Pelo menos dez por cento”, comenta Marçal o valor que ele embolsaria para campanha caso suas emendas tivessem sido pagas.

De acordo com os dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) apurados pela reportagem do Inconsenso, em 2006 quando se candidatou ao cargo de deputado federal, Marçal arrecadou e gastou R$ 376.660,00. Na eleição posterior, em 2010, quando foi reeleito para o cargo por mais quatro anos a arrecadação para campanha dobrou para R$ 896.276,09.

STF

As conversas gravadas por Passaia com Marçal nos dias 14 e 21 de junho de 2010 motivaram o pedido do procurador-geral da República, Roberto Gurgel da abertura do inquérito 3352 no STF (Supremo Tribunal Federal), que investiga as condutas do parlamentar, que foram enquadradas como crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral e por corrupção passiva.

A reportagem do Inconsenso entrou em contato com deputado Marçal Filho (PMDB-MS), que por meio de sua assessoria de imprensa respondeu que ainda não teve acesso ao inquérito 3352, que corre do Supremo Tribunal Federal e nem das investigações da operação Uragano, em que teve seu nome citado.

No entanto, Marçal repudiou as acusações, que ele qualifica como mentirosas. O deputado ainda afirma que as gravações foram ilegais e tinham como única motivação sujar o nome de pessoas inocentes. Por fim, o parlamentar comenta que se coloca à disposição da Justiça para qualquer esclarecimento, de modo que não fiquem dúvidas do seu comportamento, sempre exemplar, de homem público.

Outra ação

Marçal Filho é investigado pela Ação Penal 530 no STF (Supremo Tribunal Federal) por conta de falsidade ideológica, por supostamente ter colocado a administração da rádio 94 FM Dourados em nome de laranjas para concorrer ao mandato de deputado federal. O processo estava sob a relatoria da ministra Ellen Gracie, que recentemente se aposentou e deverá ter novo relator.










Cor e a comunicação

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A cor é uma linguagem individual, reagimos a ela subordinando nossas condições físicas e as nossas influencias culturais. No entanto, ela possui uma disposição que pode ser transmitida e ensinada. Seu domínio abre imensas possibilidades aos que se dedicam ao estudo dos inúmeros processos de comunicação visual.

Essa disposição rege os elementos que constituem a mensagem plástica: a cor possui como a luz, o movimento, o peso, o equilíbrio e o espaço, leis que definem sua utilização. A cor exerce ação tríplice: a de impressionar, a de expressar e a de construir. A cor é vista: impressiona a retina. É sentida: provoca emoção. É construtiva, pois tendo um significado próprio, possui valor de símbolo podendo assim, construir uma linguagem que comunique uma ideia.

Sabemos que seu valor de expressividade a torna um elemento importante na transmissão de ideias, e não ignoramos que a reação do indivíduo a ela não tem fronteiras espaciais ou temporais. O impacto produzido pela cor não sofre as barreiras impostas pela língua. Sua mensagem pode ser compreendida por todos se aqueles que a manejarem souberem adequá-la ao fim proposto.

O mesmo estudo das leis que regem o domínio da cor está de certa forma vinculada ao contexto psicológico e, consequentemente universal. As cores exercem diferentes efeitos fisiológicos sobre o organismo humano e tendem assim, a produzir vários juízos e sentimentos.

Aparentemente, damos um peso às cores, um peso psicológico. A cor, elemento fundamental em qualquer processo de comunicação merece uma atenção especial. É um componente com grande influência no dia a dia de uma pessoa, interferindo nos sentidos, emoções e intelecto e pode, portanto, ser usada deliberadamente para se atingir objetivos específicos.

O significado das cores

LARANJA: Força, euforia, alegria e confiança
AMARELO: Estimulante, alerta, esperança
VERMELHO: Dinamismo, energia, revolta, calor, raiva
VERDE: Bem-estar, paz, saúde, equilíbrio
AZUL: Viagem, verdade, intelectualidade, advertência.
ROXO: Fantasia, mistério, egoísmo, espiritualidade.
LILÁS: Estima, valor, dignidade.
MARROM: Pensar, melancolia.
VERMELHO: Aumenta a atenção, é estimulante, motivador. Indicado para uso em anúncios de artigos que indicam calor e energia, artigos técnicos e de ginástica.

LARANJA: Indicado para as mesmas aplicações do vermelho, com resultados um pouco mais moderados.

AMARELO: Visível a distância, estimulante. Cor imprecisa pode produzir vacilação no indivíduo e dispersar parte de sua atenção. Não é uma cor motivadora por excelência. Combinada com o preto pode resultar eficaz e interessante. Geralmente indicada para aplicação em anúncios que indiquem luz, é desaconselhável seu uso em superfícies muito extensas.

VERDE: Estimulante, mas com pouca força sugestiva; oferece uma sensação de repouso. Indicado para anúncios que caracterizam o frio, azeites, verduras e semelhantes.

AZUL: Possui grande poder de atração; é neutro nas inquietações do ser humano; acalma o indivíduo e seu sistema circulatório. Indicado em anúncios que caracterizem o frio.

ROXO: Acalma o sistema nervoso, utilizado em anúncios de artigos religiosos, em viaturas, acessórios funerários etc. Para dar a essa cor maior sensação de calor, deve-se acrescentar vermelho; de luminosidade, o amarelo; de calor, o laranja; de frio o azul; de arejado o verde.

PÚRPURA E OURO: Cores representativas do valor e dignidade. Devem ser aplicadas em anúncios de artigos de alta categoria e luxo.

MARROM: Esconde muito a qualidade e o valor e, portanto, pouco recomendável em publicidade.

VIOLETA: Entristece o ser humano, não sendo, portanto, muito bem visto na criação publicitária.

CINZA: Indica discrição. Para atitudes neutras e diplomáticas é muito utilizado em publicidade.

PRETO: Deve ser evitado o excesso em publicações a cores, pois tende a gerar frustração.

Bibliografia:
Da cor à cor inexistente – Israel Pedrosa
Editora Universidade de Brasília – 3ª edição
Psicodinâmica das cores em comunicação – Modesto Farina
Editora Edgar Blucher Ltda – 4ª edição
Arte & Percepção Visual – Rudolf Arnheim
Editora Livraria Pioneira – 7ª edição
www.patches.nom/retalhos – Teoria das cores (Texto adaptado do livro: Psicodinâmica das cores em comunicação de Modesto Farina)

Ravena
ravenaartes@hotmail.com

Reiki. Uma palavra japonesa que significa

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Estava em Brasília e recebi uma mensagem de uma amiga pelo celular. "Oi, querida! Amanheci te energizando com Reiki. Beijos."

Afinal, o que é Reiki?

O Reiki é considerado como terapia alternativa e complementar aos tratamentos convencionais
Reiki é uma palavra japonesa que significa “Energia Vital Universal”, não é uma religião e nem uma crença. O tratamento é efetuado ao imporem-se as mãos. Para receber a técnica do Reiki, a pessoa precisa passar por uma iniciação feita por um Mestre de Reiki. Essa iniciação é feita pela imposição das mãos em forma de uma concha, visualizando símbolos (secretos) entrando no corpo da pessoa O Reikiano solicita ao paciente para deitar. O reikiano atua como um canal para a energia Reiki, a energia flui da palma de suas mãos (chakra das mãos) para o corpo do paciente.

A sua prática assemelha-se com as práticas budistas de canalizar a energia universal, redescoberta no Japão no início do século XX pelo Dr. Mikao Usui, e introduzida nos Estados Unidos da América por volta de 1940 pela Sra. Hawayo Takata, uma americana de origem japonesa.

Em uma iniciação a pessoa que vai receber o Reiki, fica em uma posição confortável, com a coluna reta para facilitar a absorção de energias. Geralmente durante as sessões muitos mestres de Reiki preferem ficar em silêncio para facilitar a conecção com seus mestres, as posições são variadas, e a duração de uma iniciação pode levar de uma hora a uma hora e meia, variando de mestre para mestre. Alguns praticantes tocam no corpo, outros mantêm as mãos próximas (10 a 20 cm) do local a ser tratado. Normalmente, o Reikiano aplica as posições do reiki que utilizam um esquema semelhante à posição dos meridianos e chakras da Acupuntura.

Segundo a visão holística, as doenças são criadas antes no mundo sutil: se manifestam nas várias camadas da aura a terminar com a última manifestação física que é o corpo humano. O Reiki atua nas camadas sutis da aura: age no mundo invisível, e quando remove o padrão energético do desequilíbrio em todas as camadas a manifestação física é a cura do paciente.

Os cinco princípios do Reiki

Conjunto de preceitos que devem ser repetidos pela manhã e pela noite por possuir uma alma e por isso possuir energias curativas. São eles:

• Só por hoje:
• Não se preocupe
• Não se aborreça
• Honre pais e mestres
• Trabalhe honestamente
• Seja gentil com todos os seres

Para Usui Sensei, estes ensinamentos deveriam ser tratados como mantras e por isso sempre recitados para que se possa alcançar paz e iluminação.

Mas como a pessoa pode receber a energização do Reiki a distância?

Não existe nenhum ritual para isso. O reikiano envia a energização e quem recebe, simplesmente recebe. Exemplo simples: uma amiga especialmente querida e só tenho lembranças boas de todos os momentos em que estivemos juntas ao longo desses anos que nos conhecemos. E ao pensar assim, que tipo de energia estou vibrando? Extremamente boa. E a pessoa, sem nem lembrar que eu existo, está recebendo essa energia.

Ao fazer o nível I do curso, aprende-se a aplicar reiki com a imposição de mãos. No nível II conhece-se os símbolos "secretos", que se mentaliza para aplicar o reiki a distancia. Na hora da aplicação a pessoa pode estar fazendo feira, dormindo ou fazendo qualquer outra coisa que não interfere em nada. Ela receberá a energia da mesma forma. No curso se aprende que a cura se dá através do merecimento de cada um.

O reiki é sentido como uma energia sublime do puro amor de Deus. O reiki traz a "cura" atraves da sensação de equilíbrio e tranqüilidade”. A partir desses dois pontos, quem recebe essa energia, sente-se fortalecido e acaba facilitando a cura das doenças físicas, mentais, espirituais, emocionais).

O reiki pode ser aplicado em situações as mais diversas (se alguém vai operar, ou descobriu uma doença, ou se o filho vai prestar vestibular, ou se tem brigas em casa, etc), mas com o compromisso de nunca recusar a quem pede uma aplicação e JAMAIS cobrar por isso.

Kátia Kintschner e Leda Nucci (reikiana)

Falsa Impressão

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O pessoal da Zoonoses veio buscar meu cachorro, o exame de sangue deu positivo. Leishmaniose. Como estava meu cachorro?

É bem provável que você o tenha imaginado magro, com queda de pelo e unhas grandes. Obviamente porque esses são alguns dos sintomas dessa doença. Mas não, o cachorro estava lindo, com pelo brilhando, não era magro e nem apresentava nenhum sinal da doença, esta confirmada em dois exames, inclusive a contra prova.

Quando quatro crianças jogam futebol no vídeo game na sala, três meninos, um deles de 8 anos, outro de 9 anos e o mais velho de 11 anos, junto com uma menina de 7 anos e um dos meninos, mostra o “piu piu”, “os “documentos” ou sei lá como queira chamá-lo, para a menina. Quem mandou ele fazer isso? É bem provável imaginarmos que foi o mais velho, o de 11 anos, até porque este já descobriu para que “servem” as meninas e que elas não servem apenas para atrapalhar o futebol. (Se bem que mais tarde, depois de casado ele irá descobrir o quanto algumas delas realmente atrapalham ver o jogo e atrapalham muitas outras coisas também). Foi o mais novo dos meninos que desafiou quem teria coragem de praticar tal ato e acabou mostrando sem querer. Poderíamos pensar que foi a menina, cuja curiosidade feminina é intrínseca.

Falsa impressão é isso. Acontece todos os dias, sobre pessoas, coisas, fatos, religiões, opções sexuais etc. Classificamos de preguiçoso aquele que no fundo mais se esforça, olhamos a grama do vizinho invejando-a por ser mais verde, mas não enxergamos as ervas daninhas lá existentes. Julgamos tudo e todos conforme dita a nossa impressão.

As pessoas que nos passam a impressão de carência constante, que até esperam um telefonema, nem que seja de um telemarketing, um e-mail, nem que seja um spam, são as mais cercadas de amigos. As que mais possuem “amigos” nos sites de relacionamentos podem ser as mais solitárias. E quanta falsa impressão ali existe.

Eu já escutei muitas falsas impressões e a que tem me chateado mais é que quando nós sul-mato-grossenses, viajamos por esse Brasilzão escutamos: Você tem internet? Tem Net? Tem índio na rua? Tem onça? Sem exageros. E os de cultura menos exigente também associam o estado, que para eles é tudo “Mato Grosso” ainda, ao tráfico de drogas.

Vem pra cá, vem conhecer quão avançado estamos em relação a muitos estados brasileiros e capitais. Quanta cultura e conhecimento temos. O que a grande mídia passa, nada mais é do que um sensacionalismo sobre assuntos que dão ibope, por serem intrigantes. Mas que não refletem totalmente a nossa realidade.

E você leitor que achou que eu estava com raiva quando escrevi o texto chamado Raiva eu estava bem calma, lendo um livro chamado “Paciência”. Desculpa aí, foi falsa impressão!

Jerson Domingos é o 2º mais rico presidente de Assembleia do País

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O presidente da Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado Jerson Domingos (PMDB), figurou na manhã deste domingo (27), como um dos 18 presidentes mais ricos das casas legislativas estaduais no País.

A maioria dos presidentes das assembléias estaduais tiveram rendimento a cima de 50% nos últimos quatro anos.

Jerson só fica atrás do presidente da Assembleia de Goiás, Jardel Sebba (PSDB), com patrimônio declarado de R$ 3,69 milhões. Domingos é citado na matéria, tendo declarado ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a quantia de R$ 3,45 milhões.

Entre as profissões declaradas pelos 27 deputados pesquisados Jerson é único empresário e pecuarista que figura como presidente de assembleia. Entre as outras profissões estão, políticos profissionais (20), um advogado, um economista, um servidor público e outros não responderam a ocupação.

Evolução patrimonial

Jerson teve aumento patrimonial de 126,72% nos últimos quatro anos segundo dados apresentados pelo jornal O Estado de São Paulo. Em 2006 ele declarou R$ 1.521.313,36 e durante a última campanha a declaração saltou para R$ 3.449.287,00, divididos em imóveis, veículos, aplicações financeiras, dinheiro guardado em casa e cabeças de gado.

Entres as principais alterações em seu patrimônio está a aquisição de uma área de 177,5 há no distrito de Piraputanga no município de Aquidauana, avaliado em R$ 1 milhão.

Outras aquisições que pesaram na engorda do patrimônio do deputado foi o aumento de 550 cabeças de gado, que foram somadas ao antigo rebanho de 716 cabeças de gado, totalizando 1266 reses avaliadas em R$759.600,00. Dois veículos também foram somados ao patrimônio de Jerson, uma Toyota SWA (R$ 100 mil) e uma camiotea Hyundai Tucson (80).

Salários

Na última legislatura (2006-2010), o salário dos deputados estaduais em Mato Grosso do Sul era de R$12.375 chegando a R$ 160.875,00 por anos, levando em consideração décimo terceiro e férias, totalizando cerca de R$ 643.500,00 por legislatura. No último dia 16 de dezembro os deputados estaduais aproveitaram os reajustes aprovados no Congresso Nacional e autorizaram seus próprios reajustes salariais para R$ 20.025,00 mensais.

Campanhas.

Em relação aos gastos na última campanha Domingos teve um aumento no valor investido por voto.

A previsão para as eleições de 2010 era gastar até R$ 1,5 milhão, porém foram arrecadados e gastos R$ 589.352,61 para obter 38.204 votos. Media de R$ 15,42 por voto.

Em 2006 a previsão de gastos era R$ 800mil e foram arrecadados e gasto R$ 316.372,25 para 32.352 votos. Média de R$ 9,77 por cada voto obtido.

Escândalos

Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul foi alvo de dois escândalos em 2010. O Primeiro caso foi uma matéria do Fantástico, em que um homem com crachá do gabinete do deputado Jerson Domingos (PDMB) aparece fazendo “jogos do bicho” em plena casa legislativa. O deputado negou o conhecimento deste tipo de pratica dentro da Assembleia.


Já o segundo caso foi um vídeo, onde o até então deputado estadual, Ary Rigo (PSDB) aparece afirmando a existência de um “mensalão” na Assembleia, em que cada deputado não receberia menos de R$ 120 mil por mês, além do pagamento de proprinas a membros do Ministério Público Estadual e d Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.










Raiva

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Se você é humano já passou por essa experiência. Sentir raiva faz parte.

Eu tenho uma boa dica, vá a um estádio de futebol, ajeite-se no furor da torcida mais calorosa, xingue os 22 jogadores em campo, mais os bandeirinhas, os reservas, os gandulas, os repórteres e principalmente o juiz. A mãe do juiz, a vó do juiz a bisavó do juiz. Isso vale mais que dez sessões de terapia. Te liberta de vários graus de raiva, de zero a dez. Mas tem que ser palavrões dos mais pesados: #@$%&***%%$$##@@.

Deus perdoa, ali está liberado. Outra dica é quebrar uma louça. Pegue um prato olhe pra ele e jogue-o no chão, está certo que você vai ter que limpar os cacos, mas não é você que se autodestruiu, foi só o prato. Culturas antiguíssimas já tinham saboreado o efeito disso.

Raiva é isso, dá a você uma sensação de explosão interna, você não quer só chutar o pau da barraca quer incendiá-la e com um monte de gente dentro dela. Duro é controlar a raiva de forma positiva, não tornando um sentimento em uma agressão séria, acabando de vez com a nossa vida e a dos outros.

Mas a raiva pode ser construtiva, você começa a agir: só de raiva vou provar que posso; só de raiva vou provar que não é nada disso; só de raiva vou mudar. Só de raiva... Só assim poderemos comunicar o que sentimos e está nos incomodando.

Tudo depende se soubermos dosar um ódio extremo a um sentimento menor e se conseguirmos nos enganar pensando que é apenas um brando aborrecimento, e vai passar logo. Sentir raiva é se envenenar. É tomar veneno e esperar que o outro morra, assim como atirar em alguém um carvão em brasa. Nos queimaremos com certeza.

A raiva é coisa séria, mata. E é claro tentamos de forma inequívoca reduzir nossos níveis de frustrações desesperadamente, assim como passamos anos tentando reduzir os níveis de colesterol, triglicerídeos, pressão, glicose, etc.

E na busca da “desativação” da raiva percorremos caminhos que apenas minimizam momentaneamente como o álcool e as drogas, de todo tipo. Mas se não cessarmos a causa, sofreremos mais ainda as conseqüências do álcool, das drogas e da raiva, estes intimamente ligados. Assim como num processo elétrico, veio a mim um texto do Chico Xavier, acho que a raiva e a eletricidade se misturam:

"...conquanto a força mental seja neutra qual ocorre à eletricidade, é o instrumento genuíno das vibrações benéficas ou negativas que lançamos de nós, sem a apreciação imediata dos outros. Meditemos nisso, afastemos do campo íntimo qualquer expressão de ressentimento, mágoa, queixa ou ciúme, modalidades do ódio, sempre suscetível de carrear a destruição.... porque mais dia menos dia, as nossas manifestações mais íntimas se evidenciam ou se revelam, inelutavelmente, de vez que tudo aquilo que colocarmos, no oceano da vida, para nós voltará.”

Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro Paciência. Lição nº 07. Página 42.


E se você notar a intensificação da sua raiva, mesmo já tendo feito os itens dos primeiros parágrafos, meu amigo, respire fundo, conte até mil, leia Chico Xavier, esqueça, perdoe e deixa pra lá.

Humorista lança “Rap do Mensalinho” sobre a corrupção em Dourados

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O humorista Diogo Portugal lançou um rap sobre a corrupção em Dourados (MS), durante show realizado na cidade.

Em vídeo publicado em seu site este mês, ele disse que preparou um espaço somente para falar sobre a situação vivida pelo município, após ver várias notícias no Jornal Nacional e brincou lembrando a sapatada que um vereador recebeu de populares após tentar presidir uma sessão na Câmara Municipal.

O vereador na ocasião era um dos 11 vereadores envolvidos no “mensalinho” e tinha acabado de ser liberado pela Justiça após ser preso durante a Operação “Uragano”, da Polícia Federal.

Portugal ainda brincou com o falso atentado simulado pelo ex-prefeito Ari Artuzi (sem partido), dizendo que ele tinha sofrido um atentado, mas só que dessa vez era de verdade. Teriam jogado um dicionário no carro, já que fala muitas palavras erradas.

Usando bordões do ex-prefeito como “ajuda eu”, que virou refrão do “Rap do Mensalinho”, Portugal não esquece as frase polêmicas e as gafes cometidas por Artuzi durante entrevistas com a imprensa, de quando ele se referiu que fazia “trabalho de branco” para falar sobre as obras no município.

Para o humorista, o deputado Tiririca seria culto perto do ex-prefeito de Dourados.

A letra do Rap cita também um dos protagonistas da operação “Uragano”, o jornalista e ex-secretário municipal, Eleandro Passaia que é chamado de cinegrafista “X-9”.

No final da letra, Portugal manda um recado para os eleitores de Dourados, para que eles votem certo nas próximas eleições.

Veja o vídeo: