Se você é humano já passou por essa experiência. Sentir raiva faz parte.
Eu tenho uma boa dica, vá a um estádio de futebol, ajeite-se no furor da torcida mais calorosa, xingue os 22 jogadores em campo, mais os bandeirinhas, os reservas, os gandulas, os repórteres e principalmente o juiz. A mãe do juiz, a vó do juiz a bisavó do juiz. Isso vale mais que dez sessões de terapia. Te liberta de vários graus de raiva, de zero a dez. Mas tem que ser palavrões dos mais pesados: #@$%&***%%$$##@@.
Deus perdoa, ali está liberado. Outra dica é quebrar uma louça. Pegue um prato olhe pra ele e jogue-o no chão, está certo que você vai ter que limpar os cacos, mas não é você que se autodestruiu, foi só o prato. Culturas antiguíssimas já tinham saboreado o efeito disso.
Raiva é isso, dá a você uma sensação de explosão interna, você não quer só chutar o pau da barraca quer incendiá-la e com um monte de gente dentro dela. Duro é controlar a raiva de forma positiva, não tornando um sentimento em uma agressão séria, acabando de vez com a nossa vida e a dos outros.
Mas a raiva pode ser construtiva, você começa a agir: só de raiva vou provar que posso; só de raiva vou provar que não é nada disso; só de raiva vou mudar. Só de raiva... Só assim poderemos comunicar o que sentimos e está nos incomodando.
Tudo depende se soubermos dosar um ódio extremo a um sentimento menor e se conseguirmos nos enganar pensando que é apenas um brando aborrecimento, e vai passar logo. Sentir raiva é se envenenar. É tomar veneno e esperar que o outro morra, assim como atirar em alguém um carvão em brasa. Nos queimaremos com certeza.
A raiva é coisa séria, mata. E é claro tentamos de forma inequívoca reduzir nossos níveis de frustrações desesperadamente, assim como passamos anos tentando reduzir os níveis de colesterol, triglicerídeos, pressão, glicose, etc.
E na busca da “desativação” da raiva percorremos caminhos que apenas minimizam momentaneamente como o álcool e as drogas, de todo tipo. Mas se não cessarmos a causa, sofreremos mais ainda as conseqüências do álcool, das drogas e da raiva, estes intimamente ligados. Assim como num processo elétrico, veio a mim um texto do Chico Xavier, acho que a raiva e a eletricidade se misturam:
E se você notar a intensificação da sua raiva, mesmo já tendo feito os itens dos primeiros parágrafos, meu amigo, respire fundo, conte até mil, leia Chico Xavier, esqueça, perdoe e deixa pra lá.
Eu tenho uma boa dica, vá a um estádio de futebol, ajeite-se no furor da torcida mais calorosa, xingue os 22 jogadores em campo, mais os bandeirinhas, os reservas, os gandulas, os repórteres e principalmente o juiz. A mãe do juiz, a vó do juiz a bisavó do juiz. Isso vale mais que dez sessões de terapia. Te liberta de vários graus de raiva, de zero a dez. Mas tem que ser palavrões dos mais pesados: #@$%&***%%$$##@@.
Deus perdoa, ali está liberado. Outra dica é quebrar uma louça. Pegue um prato olhe pra ele e jogue-o no chão, está certo que você vai ter que limpar os cacos, mas não é você que se autodestruiu, foi só o prato. Culturas antiguíssimas já tinham saboreado o efeito disso.Raiva é isso, dá a você uma sensação de explosão interna, você não quer só chutar o pau da barraca quer incendiá-la e com um monte de gente dentro dela. Duro é controlar a raiva de forma positiva, não tornando um sentimento em uma agressão séria, acabando de vez com a nossa vida e a dos outros.
Mas a raiva pode ser construtiva, você começa a agir: só de raiva vou provar que posso; só de raiva vou provar que não é nada disso; só de raiva vou mudar. Só de raiva... Só assim poderemos comunicar o que sentimos e está nos incomodando.
Tudo depende se soubermos dosar um ódio extremo a um sentimento menor e se conseguirmos nos enganar pensando que é apenas um brando aborrecimento, e vai passar logo. Sentir raiva é se envenenar. É tomar veneno e esperar que o outro morra, assim como atirar em alguém um carvão em brasa. Nos queimaremos com certeza.
A raiva é coisa séria, mata. E é claro tentamos de forma inequívoca reduzir nossos níveis de frustrações desesperadamente, assim como passamos anos tentando reduzir os níveis de colesterol, triglicerídeos, pressão, glicose, etc.
E na busca da “desativação” da raiva percorremos caminhos que apenas minimizam momentaneamente como o álcool e as drogas, de todo tipo. Mas se não cessarmos a causa, sofreremos mais ainda as conseqüências do álcool, das drogas e da raiva, estes intimamente ligados. Assim como num processo elétrico, veio a mim um texto do Chico Xavier, acho que a raiva e a eletricidade se misturam:
"...conquanto a força mental seja neutra qual ocorre à eletricidade, é o instrumento genuíno das vibrações benéficas ou negativas que lançamos de nós, sem a apreciação imediata dos outros. Meditemos nisso, afastemos do campo íntimo qualquer expressão de ressentimento, mágoa, queixa ou ciúme, modalidades do ódio, sempre suscetível de carrear a destruição.... porque mais dia menos dia, as nossas manifestações mais íntimas se evidenciam ou se revelam, inelutavelmente, de vez que tudo aquilo que colocarmos, no oceano da vida, para nós voltará.”Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro Paciência. Lição nº 07. Página 42.
E se você notar a intensificação da sua raiva, mesmo já tendo feito os itens dos primeiros parágrafos, meu amigo, respire fundo, conte até mil, leia Chico Xavier, esqueça, perdoe e deixa pra lá.
5 comentários:
Raiva: sentimento violento e ódio (adj).
Por muitas vezes a raiva nos leva a decisões impensadas....a atos inconsequentes. Por vezes a raiva nos impulsiona e na metade do caminho, já mais branda, as coisas mudam de direção.
Há os que dizem que "ódio(raiva) e amor caminham lado a lado...creio que sim, pois o ser humano vai de zero a dez num segundo, por causa da raiva.
Por vezes incontrolável, e em outras passageira.
Mas o melhor remédio pra raiva ainda é o seu oposto:::: AMOR.
Kátia,
Seus textos particulamente vem sempre na hora certa. Controlar a raiva é um aprendizado e como é importante elaborar esta emoção. Pare de dar desculpas e justificativas para sua raiva. “Aconteceu.. Explodi. Não tive como controlar.” Não creio nisso.Você já se viu brigando com seu marido ou esposa ou com alguém num tom de voz alta e então o telefone toca? Perceba como você consegue rapidamente controlar sua raiva! Na verdade, você consegue controlar mais a sua raiva do que você pensa. Vai ver que em pouco tempo esses sentimentos vão desaparecer. Porque nada nesse mundo dura para sempre.
Eros
Marilena via e-mail:
Não concordo com a "explosão",acho que o dialogo é o caminho para tudo.Antes de explodirmos, devemos pensar nas consequencias: magoa, vergonha e o pior, o arrependimento.
Nadia via e-mail:
Sendo a raiva, um sentimento inerente ao ser humano, vamos aprender com os seus efeitos negativos. Ah! mas vamos quebrar a louça antes de lavá-la, rsrsrs. Quando nos libertamos da "raiva" a vida passa a ter um sabor inconfundível. Parabéns pela escolha do tema.
é Katia raiva é mesmo um assunto obscuro, todos temos, todos sentimos, mas ninguém nos ensina a lidar com ela, não discutimos tanto sobre ela como deveríamos, é preciso ter coragem, para tudo que a envolve, e a audácia da coragem nos lembra a reação, toda ação provoca uma reação, isso é tão perfeito como as leis da física. o suor, as lágrimas, o riso, tudo que pudermos ecoar, evacuar, por pra fora fisicamente, nos ajuda a lidar com a bendita raiva. Uma coisa é certa não acumule raiva, aprenda a transformá-la. se for em algo bom ótimo, senão fazer o que é pra frente que se anda. Fabricia Fanaia
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